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Carta aberta · 27 de abril

Para o servidor público que abriu o contracheque hoje e percebeu que o consignado já tinha levado boa parte.

Você não é distraído. O contrato que você assinou pode ter cláusulas que a Justiça já considera abusivas — juros acima do permitido, seguro embutido sem você ter pedido, tarifas escondidas. Tem como reverter, receber o que foi cobrado a mais (em dobro) e reduzir a parcela. Esta carta é sobre isso.

Em casos parecidos com o seu, servidores recebem entre R$ 16 mil e R$ 62 mil de indenização e a parcela mensal cai pela metade ou mais.

Atuação em todo o Brasil · Mais de 600 mil clientes atendidos · Equipe jurídica registrada na OAB · Processo 100% digital

Capítulo um — a quarta-feira

Quarta-feira, cinco da manhã. O extrato chega antes do despertador.

Você abre o aplicativo do banco e o saldo já não é mais o mesmo. O consignado passou primeiro — antes da conta de luz, antes do mercado, antes de qualquer decisão sua sobre o que fazer com o seu dinheiro.

Você não está atrasado em nenhuma conta. Pelo contrário — paga tudo em dia. Mas cada refinanciamento que pareceu uma saída prolongou o problema. A parcela ficou menor por um tempo. O prazo aumentou. O custo total subiu junto.

Não é descontrole. É um contrato que você assinou em uma agência, em um intervalo de quinze minutos, sem ter como conferir cláusula por cláusula. Os juros embutidos não estavam no negrito. As taxas administrativas vieram depois. E o seu salário — que é o crédito de menor risco do mercado para o banco — segue pagando a taxa de quem é arriscado.

Pro banco, você é o cliente perfeito. Estável, com desconto direto na folha, com margem que sempre volta. É exatamente por isso que sempre aparece uma oferta nova quando uma parcela quita.

Servidor público olhando o aplicativo do banco no início da manhã
Capítulo dois — o diálogo

As perguntas que você se faz quando o aplicativo do banco está aberto.

Cinco perguntas que aparecem na cabeça de quem é servidor público ativo. Sem rodeio, com a resposta jurídica do nosso lado.

  1. 01
    Será que essa taxa que estão me cobrando é mesmo a melhor que eu consigo?

    Não necessariamente. Servidores ativos têm regulamentações específicas e tetos aplicáveis ao crédito consignado. A análise jurídica compara o que está no seu contrato com o que pode ser cobrado.

  2. 02
    Se eu refinanciei tantas vezes, ainda vale revisar?

    Em muitos casos, sim — e justamente por isso. Cada refinanciamento embute juros novos sobre o saldo. Quanto mais ciclos, mais visível o desvio quando o contrato é lido com critério.

  3. 03
    Vou ter problema com o meu órgão se eu questionar isso?

    Não. A revisão é feita em via judicial, sobre o contrato com o banco, sem comunicado ao órgão empregador. Sua margem consignável e seu vínculo seguem intactos.

  4. 04
    Eu moro longe de Porto Alegre. Vocês atendem servidores como eu?

    Sim, em todo o Brasil. Sede no RS, mas o atendimento é 100% digital — análise, assinatura e acompanhamento pelo WhatsApp e pelo nosso aplicativo (iOS e Android).

  5. 05
    Quanto tempo eu perco com isso?

    Pouco. Você manda os contratos pelo WhatsApp e a equipe analisa em seguida — sem deslocamento, sem reunião presencial. Se o caso for viável, a gente apresenta os pacotes, os preços e o que esperar. Você decide com calma.

  6. 06
    Quanto custa o trabalho de vocês?

    Para servidor com mais de um consignado, o valor mais comum é R$ 4.200 à vista ou 12x de R$ 449 no cartão sem juros. Para casos com um contrato só, começa em R$ 2.300 (ou 12x de R$ 250). A análise inicial é gratuita — se a gente ver que vale a pena, mostra os números do seu caso. Se não vale, fala isso direto. Não cobramos porcentagem da indenização nem do que você economiza por mês: o valor é fixo, fechado por escrito antes de qualquer assinatura. Não trabalhamos "só pago se ganhar".

Capítulo três — outras vozes

Servidores que abriram o contracheque, leram a carta, e fizeram a análise.

Histórias reais de servidores públicos de várias regiões que pediram a análise jurídica do contrato consignado com a Resolvver.

Diego Maduro, Analista Judiciário
Diego Maduro
Analista Judiciário · Columbus, OH
★★★★★

"Tinha dois consignados há cinco anos. A parcela engolia R$ 1.400 por mês do meu salário. Paguei R$ 449 no cartão por um ano. Hoje a parcela tá em R$ 580 e recebi R$ 23 mil de volta no final."

Antes
R$ 1.840
Depois
R$ 460
Sobra
R$ 1.380
Maria Etelvina, Técnica Administrativa
Maria Etelvina
Técnica Administrativa · Columbus, OH
★★★★★

"Eu desconfiava. Falei com minha esposa antes de fechar. O que me convenceu foi eles colocarem o preço certinho na minha frente, sem rodeio: R$ 4.200 parcelado. Recebi R$ 31 mil de indenização e a parcela caiu mais que pela metade."

Antes
R$ 1.240
Depois
R$ 310
Sobra
R$ 930
Luiz Soares, Servidor Federal
Luiz Soares
Servidor Federal · Columbus, OH
★★★★★

"Não sou da área de Direito, não entendia juros abusivos. A advogada explicou três vezes até eu entender. Vale cada centavo do que paguei."

Antes
R$ 2.160
Depois
R$ 540
Sobra
R$ 1.620

Valores ilustrativos baseados em casos reais. O resultado do seu caso depende da análise técnica do seu contrato — pode ser mais, pode ser menos.

Capítulo quatro — lado a lado

Como era e como pode ficar.

Lado a lado, a vida do servidor antes da análise jurídica do contrato e depois dela. Sem deslocamento, sem reunião presencial, sem papelada física.

Antes da análise
  • Você abre o aplicativo do banco antes do café e o salário já saiu pelo consignado.
  • Cada oferta de refinanciamento parece a única saída — e quase sempre estende o prazo.
  • O contrato foi assinado em quinze minutos numa agência, sem leitura cláusula por cláusula.
  • Você não sabe ao certo a taxa efetiva paga em cada um dos seus contratos consignados.
  • Quando uma parcela quita, a oferta de novo crédito chega antes mesmo do fim do mês.
  • A sensação é trabalhar para o banco antes de trabalhar para a sua casa.
Depois da análise
  • Você abre o aplicativo do banco e o saldo conversa com o que sobra do mês.
  • Você sabe a taxa do seu contrato, o teto aplicável ao seu vínculo e onde está o desvio.
  • A equipe jurídica analisa seus contratos pelo WhatsApp e te diz exatamente o que dá pra revisar.
  • Você assina a procuração digitalmente, sem se deslocar, sem reunião presencial.
  • Cada movimentação aparece em tempo real no nosso aplicativo (iOS e Android) e no WhatsApp.
  • A sensação é, finalmente, trabalhar para o seu mês — e não para o vencimento da próxima parcela.
Capítulo cinco — o que vale

O que você pode esperar de nós antes de qualquer assinatura.

Quatro compromissos que valem desde o seu primeiro WhatsApp até o último despacho do processo.

Sigilo profissional sobre tudo o que você enviar

Os contratos e documentos enviados pelo WhatsApp são tratados com sigilo profissional pela equipe jurídica. Em hipótese alguma são repassados a terceiros.

Honorários por escrito antes de qualquer compromisso

Os honorários são fechados e divulgados antes de qualquer assinatura: R$ 4.200 (ou 12x R$ 449) pra casos com mais de um consignado, R$ 2.300 (ou 12x R$ 250) pra contrato único. Você só avança se concordar com o valor e se a revisão fizer sentido pro seu caso.

Atendimento em todo o Brasil, 100% digital

Sede em Porto Alegre - RS, atuação em todo o Brasil. Atendemos as três esferas — federal, estadual e municipal — sem necessidade de deslocamento.

Acompanhamento pelo WhatsApp e pelo aplicativo

Você acompanha cada movimentação do seu processo pelo nosso aplicativo (iOS e Android) e fala com a equipe pelo WhatsApp sempre que precisar.

Capítulo seis — os pensamentos

Antes de fechar esta página.

Cinco pensamentos que costumam aparecer ao chegar até aqui — e a nossa resposta para cada um.

Você pensou: então tem um custo, e qual é?

Tem. R$ 4.200 à vista ou 12x de R$ 449 no cartão sem juros, pra servidor com mais de um consignado. R$ 2.300 (ou 12x de R$ 250) pra quem tem um contrato só. Esse é o valor fechado, dito por escrito antes de qualquer assinatura. Não tem cobrança no fim, não tem porcentagem da indenização, não tem desconto em folha. Se você procura "só pago se ganhar", essa modalidade não existe aqui. Se você quer entrar na Justiça contra o banco com escritório que assume o custo do processo de cara, é por aqui.


Você pensou: isso parece bom demais para ser sério.

Sério é. A revisão de contratos é prevista pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Código Civil. A Resolvver atua exclusivamente nessa frente, com mais de 600 mil clientes atendidos e mais de R$ 1 bilhão em dívidas reduzidas em todo o Brasil.


Você pensou: o banco vai retaliar de alguma forma.

Não vai, porque não tem como. Questionar judicialmente um contrato é um direito do consumidor, e o banco não tem instrumento legal para penalizar quem exerce esse direito. Sua relação de crédito segue idêntica.


Você pensou: vai dar muito trabalho juntar os papéis.

Não vai. O envio inicial é só dos contratos consignados que aparecem em folha — você manda pelo WhatsApp. A equipe jurídica faz a leitura técnica.


Você pensou: isso é coisa de quem está com a corda no pescoço.

É coisa de quem fez as contas e percebeu que está pagando mais do que devia em um contrato regulado. O servidor estável é, justamente, quem mais aparece como alvo de juros embutidos — e quem mais ganha em revisar.


Você pensou: melhor esperar mais um mês para decidir.

Você pode. Mas cada mês de espera é mais uma parcela depositada antes de qualquer outra escolha sua. A análise inicial é técnica e escrita — você lê com calma e decide com calma.


Última página da carta

Esta carta não é endereçada a todo mundo.

É pra servidor que entende que entrar na Justiça contra banco tem custo inicial. Preço fechado: R$ 4.200 ou 12x de R$ 449 no cartão. Quem procura "só pago se ganhar" não vai gostar daqui — não é um defeito nosso, é uma escolha.

O que acontece depois que você enviar:

  1. A gente confere se o seu caso entra no nosso perfil de atendimento
  2. Se entrar, te chamamos no WhatsApp pra apresentar os pacotes (de R$ 2.300 a R$ 4.200) e responder suas perguntas
  3. Se você fechar, a gente cuida do resto

Se "R$ 2.300 a R$ 4.200" não cabe no seu orçamento agora, esse não é o melhor momento. Volte quando fizer sentido.

Líquido é o valor que cai na sua conta no fim do mês, depois de descontado INSS, Imposto de Renda e os consignados. Se digitar bruto, o cálculo de viabilidade fica errado.

Some todos os contratos consignados ativos. Use o saldo devedor (quanto ainda deve), não a soma das parcelas.

Seus dados são tratados conforme a LGPD. Atuação em todo o Brasil — sede em Porto Alegre - RS, processo 100% digital. Equipe jurídica registrada na OAB.

Atenciosamente,
Equipe jurídica Resolvver — Porto Alegre - RS · Atuação em todo o Brasil